terça-feira, 13 de março de 2012
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A ARTE QUE ME ENCANTA
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
CRISTO VIVE EM MIM
quinta-feira, 1 de novembro de 2007

»SALMOS [63]
1 Ó Deus, tu és o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água.
2 Assim no santuário te contemplo, para ver o teu poder e a tua glória.
3 Porquanto a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão.
4 Assim eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos.
5 A minha alma se farta, como de tutano e de gordura; e a minha boca te louva com alegres lábios.
6 quando me lembro de ti no meu leito, e medito em ti nas vigílias da noite,
7 pois tu tens sido o meu auxílio; de júbilo canto à sombra das tuas asas.
8 A minha alma se apega a ti; a tua destra me sustenta.
9 Mas aqueles que procuram a minha vida para a destruírem, irão para as profundezas da terra.
10 Serão entregues ao poder da espada, servidão de pasto aos chacais.
11 Mas o rei se regozijará em Deus; todo o que por ele jura se gloriará, porque será tapada a boca aos que falam a mentira.
terça-feira, 30 de outubro de 2007

O que é o dizimo?
A palavra DÍZIMO quer dizer 10%, ou dez de cada cem. Significa a entrega de 10% dos 100% que Deus nos dá. O DÍZIMO é a devolução, contribuição, ato de amor e gesto de partilha. lembrando que nós não pagamos o Dízimo; nós devolvemos o Dízimo, já que tudo o que somos e temos pertence a Deus.
Assim o Senhor nos díz: (Ml 3, 10-12)
"Pagai Integralmente os Dízimos ao tesouro do templo para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência, diz o Senhor dos exércitos, e vereis se não vos abro os reservatórios dos Céus e se não derramo a minha benção sobre vós muito além do necessário ..."
O dizimo é biblico?
Leia os versículos dos quais falam sobre este ato
- "Honra ao Senhor com teus bens, ..." (Pr 3,9-10);
- "A cada três anos tomarás o dízimo da tua colheita ..."(Dt 14, 28-29);
- "Todos os anos separarás o Dízimo ..." (Dt 14,22)
- Mateus 23 : 23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.
Respondido por Cléuvis Casagrande
Criador do site conselhos do céu.
domingo, 28 de outubro de 2007

Porque dizimar? E se o meu dizimo for desviado para outros fins?
Devemos dizimar porque:
1º Deus é quem da forças para que eu e você trabalhe
2º Deus quem preparou o emprego para mim e para você
3º Deus é quem nos da forças manter-mos nossa posição em nosso emprego
Muitas pessoas não dizimam porque dizem que os pastores ficam ricos com nossos dízimos, porém não devemos nos preocupar com a ação do pastor em relação ao dinheiro dizimado pela igreja, até porque se ele roubar ou usar o dinheiro indevidamente o serio preço a ser pago diante de Deus não virá por parte de quem deu, mas o preço a ser pago virá por parte daquele que roubou ou não soube administrar o dizimo ofertado.
Muitas pessoas criticam o ato de se dizimar porque esquecem de que a igreja tem os seguintes gastos:
- Conta de luz,
- Conta de água,
- Aluguel do condomínio,
- Gastos com os acentos,
- Pintura da igreja anualmente,
- Impostos,
- Sextas básicas aos mais pobres,
- Construção de novas igrejas
- E o principal que é o sustento dos missionários no campo.
As pessoas pensam que igreja se mantém com R$200.00 , mas uma igreja de porte médio não se mantém em pé com menos de 10 mil reais por mês considerando os gastos expostos acima.
Respondido por Cléuvis Casagrande
Criador do site conselhos do céu.
sábado, 27 de outubro de 2007

»SALMOS [1]
1 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;
2 antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.
3 Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
4 Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha.
5 Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos;
6 porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à ruína.

»SALMOS [91]
1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
5 Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
Preciso de TiPreciso de Ti
Preciso do Teu perdão
Preciso de Ti
Quebranta meu coração
Como a corça
Anseia por águas
Assim tenho sede
Como terra seca
Assim é a minh´alma
Preciso de Ti
Distante de Ti, Senhor
Não posso viver
Não vale a pena existir
Escuta o meu clamor
Mais que o ar que eu respiro
Preciso de Ti
Não posso esquecer
O que fizeste por mim
Como alto é o céu
Tua misericórdia é sem fim
Como um pai
Se compadece dos filhos
Assim Tu me amas
Afasta as minhas transgressões
Preciso de Ti
E as lutas vêm tentando
Me afastar de Ti
Frieza e escuridão
Procuram me cegar
Mas eu não vou desistir
Ajuda-me, Senhor
Eu quero permanecer
Contigo até o fim
Você está ouvindo: Diante do Trono - Preciso de Ti
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
Pegadas na Areia
Pegadas na Areia
Um dia eu tive um sonho...Sonhei que estava andando na praiacom o Senhore no céu passavam cenas de minha vida।Para cada cena que passava,percebi que eram deixados dois paresde pegadas na areia:um era meu e o outro do Senhor।Quando a última cena da minha vidapassou diante de nós, olhei para trás,para as pegadas na areia,e notei que muitas vezes,no caminho da minha vida,havia apenas um par de pegadas na areia.Notei também que isso aconteceunos momentos mais difíceise angustiantes da minha vida.Isso aborreceu-me deverase perguntei então ao meu Senhor:- Senhor, tu não me disseste que,tendo eu resolvido te seguir,tu andarias sempre comigo,em todo o caminho?Contudo, notei que duranteas maiores tribulações do meu viver,havia apenas um par de pegadas na areia.Não compreendo por que nas horasem que eu mais necessitava de ti,tu me deixaste sozinho.O Senhor me respondeu:- Meu querido filho.Jamais te deixaria nas horasde prova e de sofrimento.Quando viste na areia,apenas um par de pegadas,eram as minhas.Foi exatamente aí,que te carreguei nos braços.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007

quinta-feira, 18 de outubro de 2007
O Que é a Ceia do Senhor

Senhor, Deus dos Exércitos, sê conosco
Para que não esqueçamos - não esqueçamos!
O mundo, de fato, esqueceu, e aquela guerra se repetiu inúmeras vezes por causa disso.
Quando os filhos de Israel atravessaram o mar Vermelho, triunfantes sobre os egípcios pelo poder de Deus, receberam a festa da Páscoa (Êxodo 13:3-10). O objetivo explícito dessa festa era ajudá-los a lembrar que Deus os tinha salvado da poderosa nação egípcia com mão forte e braço estendido. Lembrando-se assim, eles aprenderiam a confiar no Deus do céu, esperando dele a orientação e a providência. Mas eles recusaram lembrar-se, e então uma geração de mais de 600.000 homens morreu no deserto! Eles murmuraram, se rebelaram e pecaram repetidas vezes de modo que receberam a maldição de Deus e não as suas bênçãos.
O cristão tem momentos que precisa lembrar? Estávamos perdidos no pecado, sem esperança e condenados à destruição eterna. Mas Cristo cedeu sua vida por nós, para redimir-nos dessa maldição. Fez isso quando ainda éramos seus inimigos (Romanos 5:6-11)! Lemos os últimos capítulos dos quatro evangelhos e ficamos abismados com o pecado, o orgulho, o ciúme e o ódio que o pregaram na cruz. Mas será que sabemos devidamente que, se esquecermos isso e vivermos como um mundano, estaremos crucificando-o e de novo expondo-o à vergonha (Hebreus 6:6)? Ou será que calcamos aos pés o Filho de Deus e profanamos o sangue da aliança com o qual fomos santificados e ultrajamos o Espírito da graça (Hebreus 10:26-30)?
Se esquecemos a maldição do pecado e o horrendo sacrifício que foi necessário para libertar o homem desse pecado, estamos fadados a repetir esses pecados e agir como o cão que "voltou ao seu próprio vômito" e como a porca lavada que "voltou a revolver-se no lamaçal" (2 Pedro 2:20-22). Para evitar isso, devemos lembrar a morte, o sepultamento e a ressurreição de nosso Senhor!
Em sua sabedoria, o Senhor nos deu uma festa para sempre termos "Jesus Cristo, e este crucificado" diante de nós. Ele não nos deu estátuas, cruzes, quadros, imagens ou qualquer coisa terrena, mas nos providenciou uma simples participação do pão asmo e do fruto de uva no primeiro dia da semana. (Leia atentamente 1 Coríntios 11:17-33.) Mas a festa que ele nos proporciona está repleta de significado. O pão que representa o corpo de Cristo é sem fermento, mostrando assim que devemos lutar para viver acima do pecado, exatamente como ele fez (1 Coríntios 5:6-8). O sangue que foi necessário para a nossa purificação é bem retratado pelo fruto de uva. Isaías 1:18, falando a esse respeito, diz: "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã". Essa lembrança nos fará apresentar o nosso "corpo por sacrifício vivo santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12:1).
A festa não apenas nos faz olhar para trás, para o sacrifício dele, mas também nos impulsiona a olhar para fre
nte, com esperança. Ao lembrarmos a sua ressurreição, estamos sempre lembrando que isso é uma promessa da nossa própria ressurreição - e assim anunciamos "a morte do Senhor, até que ele venha". Com a lembrança de seu sacrifício por nós, a esperança de uma recompensa celestial e a sua palavra a nos orientar, como é possível falharmos?A resposta a essa pergunta é que não falharemos se nos lembrarmos! Mas, assim como os israelitas esqueceram e perderam a vida, assim também podemos esquecer e perder a alma. Paulo advertiu a igreja de Corinto que "muitos dormem" (morte espiritual) porque perderam o verdadeiro sentido da ceia do Senhor. Estavam tomando sem "discernir o corpo". Que insulto para Cristo é participarmos dessa festa sem pensarmos em seu sacrifício. O próprio ato que tem por objetivo ajudar-nos a lembrar acaba sendo assim o meio de esquecermos. Que isso não aconteça."Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (1 Coríntios 5:7-8)
-por Paul H. Hutcheson
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
***Você Conhece Deus?***
“Você conhece a Deus?” Quantas vezes usamos esta pergunta para descobrir o estado espiritual de alguém. “Conheço”, a maioria das pessoas dirá, sem fazer idéia de que conhecem a Deus tanto quanto conhecem o presidente dos Estados Unidos — só de ouvir falar. Mas, vamos voltar a pergunta para nós mesmos: Eu conheço a Deus? Sou evangélico; canto hinos e corinhos sobre Deus; oro e louvo a Deus; falo dele aos outros. Mas eu o conheço mesmo? Ou sou igual ao moribundo Jó? Depois de vários meses de intenso sofrimento ele chega à conclusão de que, apesar de todas as riquezas e demais bênçãos recebidas da mão do Senhor, só o conhecia de ouvir (Jó 42:5) O livro de Êxodo (6:2-6) narra uma conversa de Deus com Moisés depois de seu primeiro encontro com Faraó: “Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: “Eu sou o SENHOR (Javé). Apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso (El Shaddai); mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido... Portanto dize aos filhos de Israel: Eu sou o SENHOR...” Já estamos no início do século vinte e um. Mas a maioria dos evangélicos ainda se encontra na companhia de Abraão e família, conhecendo a Deus apenas como El Shaddai, o Todo Poderoso, o Deus que FAZ (faz chover “bênçãos” quando as pedimos e resolve todos os nossos problemas físicos e financeiros), permitindo-nos viver uma vida tranqüila de fartura e felicidade. O problema com essa filosofia de felicidade é o mesmo que Moisés enfrentou do outro lado do Mar Vermelho. O povo festejava a vitória sobre os egípcios. Tudo corria bem. Aliviados, contemplavam os corpos dos soldados egípcios boiando no mar e tinham Deus como herói, o fantástico e maravilhoso libertador de seu povo. Bastaram três dias no deserto de Sur e uma sede de matar, e se esqueceram de que Deus era Todo-Poderoso. Fizeram como você e eu fazemos quando as coisas não acontecem do nosso jeito: se puseram a murmurar, reclamar e duvidar do amor de Deus. Só porque os deixou passar por uma provação considerada incômoda e indesejável. O contraste entre as atitudes de Moisés e as do povo de Israel durante quarenta anos de milagres, batalhas e provações é muito marcante. Surge a pergunta: Será que eu conheço mesmo a este Deus de Moisés, o SENHOR, o Eterno, com quem ele tinha tanta intimidade, ou conheço apenas as manifestações de seu poder? Minha fé se baseia em seu caráter santo e na sua Palavra infalível, ou apenas nas evidências visíveis de seu amor? Por que minha fé balança quando faltam as evidências? Troquei de carro certa vez e levei prejuízo, pois logo em seguida apareceram defeitos inesperados. Culpa de quem? Eu tinha buscado a Deus. Pedi a bênção dEle sobre o negócio. Por que não me livrou do prejuízo? Golpeado pelos problemas que surgiam, baqueava minha tênue fé até me deixar triste e abalado. Onde estava Deus na hora da minha necessidade, pois tinha confiado nEle? Descobri uma triste realidade: Eu não estava confiando no amor de Deus. Minha fé estava alicerçada nas evidências deste amor, e quando as provas faltaram a fé se abalou. Ela deveria estar firmada no caráter imutável de Deus, pois Ele me ama quando tudo vai bem e o mesmo tanto quando, aparentemente, tudo vai mal. Mesmo Jó reconheceu sua obrigação de aceitar do Senhor tanto o bem quanto o mal (Jó 2:10). No final deste tempo de aflição eu tive que confessar com Jó: “Eu te conhecia só de ouvir mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5). Quando o nosso mundo desaba com os vendavais da vida, ou perdemos a saúde a pedido do diabo, podemos dizer como o apóstolo Paulo: “Eu sei em quem tenho crido” (II Tm.1:12)? Nossas reações numa hora como essa nos mostram a base de nossa fé, se é o próprio Deus ou apenas as bênçãos que estamos acostumados a receber. Há muitos ventos de doutrina assolando a igreja atualmente, deixando muitos irmãos confusos e frustrados. Mas são as mesmas velhas astúcias do diabo, envoltas em roupagens modernas e coloridas. É como diz Oswald Chambers1 : “São coisas justas, nobres e boas do ponto de vista natural que nos mantêm afastados do melhor de Deus”. Pode ser a atração de “cair no Espírito”, de rir sem parar, de ficar rico, de ter autoridade sobre anjos, de ter saúde perfeita, de ir ao céu e voltar, de ter uma visão de Jesus, de ouvir a voz audível de Deus falando com você, de andar de carro importado, ou outra “bênção” qualquer. Tudo que nos faz tirar os olhos de Jesus, o Filho de Deus, nosso ADONAI (SENHOR), em quem devemos estar crendo sem vacilar, se tornará em armadilha para as nossas almas. O povo de Israel no deserto aceitava os sinais, milagres e bênçãos, mas queria distância do Deus que os amava e abençoava. Deus pode nos dar ou deixar de dar quaisquer bênçãos materiais. A questão é se vamos confiar nEle mesmo quando não as recebermos. Deus permitiu a degola de João Batista a pedido de uma mulher adúltera, a crucificação de Jesus apesar de sua inocência, e ataques do inimigo contra Paulo durante toda sua vida. Nós aceitamos tudo isso sem problema, mas não aceitamos que Deus possa permitir uma calamidade em nossa vida. Achamos tempo para correr atrás de cada nova promessa de bênção, unção e manifestação, mas não temos tempo para meditar dia e noite na Palavra para conhecermos ao Deus eterno de quem fluem todas as bênçãos espirituais que já são nossas em Cristo Jesus. Vivemos dias difíceis. E a Bíblia promete dias piores antes da vinda de Jesus. Muitos estão sendo enganados e a fé de muitos está se esfriando. Se quisermos perseverar e permanecer fiéis até o fim, há uma única maneira de nos salvar do engano e das astúcias do inimigo: Uma vida de INTIMIDADE com DEUS através da INTIMIDADE com a PALAVRA. Que a nossa atitude seja, não a do povo de Israel, à busca de bênçãos, e sim, a de Moisés, expressa em Êxodo 33:13: “...rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça, e ache graça aos teus olhos...” Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR (Javé), e Ele nos livrará dos ventos que não são do Espírito. 1. Pregue, não para a salvação do seu sermão, mas para a salvação das almas (George H. Morrison)domingo, 14 de outubro de 2007
...PODEROSO DEUS AMO ESSE LOVOR...

Ao que está assentado no tronoE ao Cordeiro seja o louvor...Seja a honra, seja a glória, seja o domínioPelo século dos séculos...Poderoso Deus... Poderoso DeusPoderoso Deus... Minh'alma anseia por Ti...Minh'alma anseia por TiMinh'alma anseia por TiComo a corsa suspira pelas águasMinh'alma anseia por TiAbro minha boca e suspiro. Pois tenho sede de Ti.
Continue com o Senhor

sábado, 13 de outubro de 2007
Se há céu, há inferno

Aqueles que acreditam no céu são os que acreditam em Deus. Não duvidam da sua onipotência (Apocalipse 19:6), onisciência (Salmo 139:7-12) e natureza eterna (Êxodo 3:13-14). Esse Deus é justo e verdadeiro (Apocalipse 15:3) e, enquanto é bom e manso (Mateus 5:45), também é severo e deve ser temido (2 Coríntios 5:11; Hebreus 12:29).
Aqueles que acreditam no céu aprenderam o uso correto da fé e da razão. Aceitaram os assuntos sobre o céu pela fé. Eles podem não ter certeza, ou nem saber de nada, sobre muitas coisas a respeito mas perguntas não respondidas e perguntas que não tem respostas até mesmo na ciência demonstram que todos devem “andar pela fé” (2 Coríntios 5:7). O próprio conceito do céu é razoável para aqueles que acreditam. Seu Deus tem demonstrado no passado sua vontade de recompensar a fidelidade (Josué 21:43-45) e lhes dá a mesma esperança (Hebreus 4:1-13).
O verdadeiro povo de céu é “voltado para o céu”. Devido ao seu relacionamento com Cristo (Colossenses 3:1-3), eles mantêm sua visão naquela meta distante (2 Coríntios 4:16-18) e vivem como estrangeiros numa terra estranha (Hebreus 11:13-16) enquanto buscam “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:14).
Com suas mentes nas “coisas lá do alto” essas pessoas que buscam ir para o céu vivem vidas piedosas. Elas sabem que falar e cantar sobre o céu é completamente diferente de viver de uma maneira digna de ir para lá. Elas vivem pela vontade de Deus (Mateus 7:21), e assim manifestam o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23) e as qualidades de cristãos (2 Pedro 1:5-7). Em contraste, evitam as obras da carne (Gálatas 5:19-21) e se abstêm de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:22).
Aqueles que acreditam no céu também sabem que algum dia haverá uma ressurreição (João 11:24) quando Deus separará o justo do injusto (Mateus 25:31-33) e julgará os homens de acordo com suas obras (2 Coríntios 5: 10). Eles também sabem o que é que vem depois e como é terrível.
Aqueles que acreditam no céu acreditam verdadeiramente no inferno. Seu Deus preocupa-se com a situação difícil dos santos (Apocalipse 6:9-10). Eles sabem que pela misericórdia alguns verão o céu e por causa da justiça alguns conhecerão o inferno (Apocalipse 11:16-18; 16:4-7). Acreditar em um (Mateus 25:34-40) é acreditar no outro (Mateus 25: 41-46), ter esperança num (Colossenses 1:5) é temer o outro (Mateus 10:28).
“...Vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo...Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus” (João 5:28-29; Romanos 11:22)
–por David Smitherman
Estamos ensinando toda a verdade sobre o batismo

O batismo é um assunto importante. Conceitos errôneos populares sobre quem, o quê e quando do batismo ocupam uma grande parte de nossa atenção quando discutimos a Bíblia com nossos amigos e vizinhos. Muitas vezes nos achamos ressaltando a importância do fato que, para o batismo ser bíblico, é preciso honrar o propósito desse ato como é ensinado nas Escrituras.
Mas qual é o propósito do batismo nas Escrituras? O que precisa ser entendido pelo candidato para que o batismo seja o que Deus tencionava que fosse? O batismo que culmina a obediência inicial de uma pessoa ao evangelho e completa o que precisa ser feito para estar “em Cristo” (Romanos 6:3-4; Gálatas 3:27; Colossenses 2:12) é um ato que olha para diante como também para trás. Sendo assim pela remissão dos pecados passados, ele certamente olha para trás mas, sendo um compromisso a viver para Cristo, ele também olha para diante. Paulo escreveu francamente, “Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” (Romanos 6:4). Estudando com outros, enfatizamos nós este compromisso de olhar para diante do batismo bíblico tanto quanto enfatizamos esta verdade de olhar para trás que é para a remissão dos pecados? Estamos ensinando toda a verdade sobre o batismo?
Dada a alta taxa de mortalidade de novos cristãos entre nós, precisa-se imaginar se estamos fazendo um bom trabalho de conferir a outros o entendimento global de tudo o que o batismo é. Em muitos lugares, aqueles que têm sido “batizados” desaparecem numa proporção alarmante. O modelo é muito familiar: uma pessoa que parece muito “receptiva” é ensinada rapidamente, e depois de apenas uma ou duas sessões de ensino, o indivíduo parece estar ansioso para ser batizado. Para que a pessoa não se atire ao batismo com idéias não-bíblicos em mente sobre ele, levamos tempo para enfatizar que o batismo é para remissão dos pecados. Podemos ir até o ponto de insistir que, logo antes do ato, quem quer que faça o batismo, diga as palavras reais que o batismo “é para a remissão dos pecados”. Mas muito pouco é dito, e muito poucas perguntas são feitas ao candidato, para se ter certeza de que ele, ou ela, entende o compromisso que é envolvido no batismo bíblico. Certamente, nada é dito sobre o ato disciplinar que precisa acontecer se a pessoa chegar a repudiar esse compromisso (2 Tessalonicenses 3:6-15). Assim, depois de assistir a somente umas poucas reuniões da igreja, a pessoa nunca mais é vista. Depois que uns poucos meses passam, alguém sugere que simplesmente “apaguemos seu nome da lista de endereços”. Vem fácil, vai fácil. E tudo isto entre pessoas que virtualmente se diplomaram no estudo do que se supõe que o batismo seja. Ainda que entendamos muito sobre Romanos 6:4, a evidência sugere que não o estamos comunicando muito bem a outros!
Lembremo-nos de que não há verdadeira “conversão” a Cristo se nenhum compromisso real é tomado quando alguém dá os passos familiares que são exigidos pelo evangelho (Atos 3:19; Romanos 6:17-18). Não somente o compromisso é parte de um batismo bíblico, é também parte fundamental de fé, arrependimento e confissão. Cada um destes atos (quando feito de coração e por razões bíblicas) implica fazer um voto de fidelidade a Cristo, uma promessa de viver depois para ele para sempre (Hebreus 10:23). Ao encorajar Timóteo a ser forte e não permitir que seu compromisso enfraquecesse, Paulo escreveu: “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, e de que fizeste a boa confissão, perante muitas testemunhas” (1 Timóteo 6:12). Por que relembrar Timóteo de que ele tinha confessado Cristo publicamente? Certamente era para dizer, “Timóteo, nunca volte atrás no voto de fidelidade que você tem feito cada vez que tem confessado Cristo diante de outros. Lembre-se de sua promessa pública, e jamais volte atrás nela!”
Quando dizemos que alguém se tornou “desleal” ao Senhor, entendemos o que estamos dizendo? “Deslealdade” é virtualmente a mesma palavra que “infidelidade.” Ambas as palavras descrevem a situação daquele que “quebrou a fé” num voto anterior. Elas têm a ver com muito mais do que a mudança de idéia da pessoa num nível teórico; mais importante, elas têm a ver com a violação de um compromisso a nível prático. Elas significam que uma pessoa voltou atrás num acordo de boa fé que foi feito. E nada menos do que isto acontece quando alguém se torna “desleal” depois do batismo. A promessa que é quebrada é a mais séria promessa que um ser humano é capaz de fazer, e a violação do compromisso de uma pessoa no batismo é a mais séria quebra de fé possível neste mundo (2 Pedro 2:20-22).
Estas verdades, sóbrias como são, precisam ser claramente enunciadas quando ensinamos o evangelho ao perdido. Compromissos feitos levianamente são levianamente rompidos. É tão melhor para aqueles que estão prontos a se regozijarem com a remissão de seus pecados serem avisados do compromisso que eles estão para fazer. Para ensinar toda a verdade sobre o batismo, precisamos ensinar as pessoas a calcular o custo do seu discipulado. Não ousamos deixar de fora passagens de “primeiros princípios” como esta: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).
–por Gary Henry
Por Que os Adolescentes Ficam Tão Irritados?
Assunto: "Entenda o significado desta irritação (ira), e ajude o adolescente a amadurecer durante esta fase."Observações: O autor, um psicólogo norte-americano, descreve com bastante detalhe e diversos exemplos as dificuldades de adolescentes e suas famílias em expressar e controlar a ira. Ao invés de simplesmente negar ou condenar a ira (irritação, frustração, etc.), ele explica que devemos reconhecer tais emoções e aprender como expressar nossos sentimentos e controlar nosso comportamento. O livro aborda o desafio da irritação dos adolescentes do ponto de vista dos pais, orientando os pais em como lidar com as diversas manifestações da ira dos seus filhos.
O livro é dividido em quatro partes principais: A Ira do Adolescente: O Que É? (Como reconhecer e entender a ira e seu impacto na vida do jovem e na vida familiar); As Muitas Máscaras da Ira do Adolescente (Diversas manifestações de ira, desde explosividade e agressividade até a ira passiva e passiva-agressiva; comenta, também, sobre problemas como a depressão do adolescente); Como a Ira do Adolescente Foge ao Controle (Os caminhos bons e maus que adolescentes escolhem para lidar com seus sentimentos; e a influência dos pais nessas escolhas); Os Pais Respondem ao Adolescente Irado (Orientação prática sobre o papel dos pais em trabalhar eficazmente com a ira dos filhos; inclui boas sugestões em como evitar manifestações destrutivas de ira).
Avaliação Geral: Eu achei este livro excelente. O autor usa muitos exemplos que ilustram bem seus pontos, e oferece sugestões práticas de como entender e guiar os filhos que estão atravessando os difíceis desafios da adolescência.
Recomendação: Qualquer pai de adolescentes, mesmo aquele que não encontra graves problemas na criação dos filhos, pode aprender coisas valiosas deste livro. Seria útil, também, para professores e outros profissionais que trabalham com jovens.
--por Dennis Allan









